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Solicitação Possível desvio de função e pagamento irregular de horas extras
por Angelita Aparecida Medrado publicado 25/02/2026
Venho, por meio desta, apresentar denúncia para apuração de possível irregularidade funcional envolvendo o servidor MEDICE MARIMONIO SOARES DE ARAGAO, ocupante do cargo efetivo de Auxiliar de Serviços Gerais. Conforme verificado no Portal da Transparência, o referido servidor estaria desempenhando atividades de motorista junto à ambulância municipal, funções que, em tese, não guardam correspondência com as atribuições típicas do cargo de Auxiliar de Serviços Gerais, configurando possível desvio de função. Além disso, constatou-se que o servidor vem recebendo valores expressivos a título de horas extras e diárias, sendo que apenas no exercício de 2025 o montante em diárias alcançou aproximadamente R$ 10.810,00, o que demanda verificação quanto à legalidade, necessidade do serviço e compatibilidade com as funções do cargo. Diante do exposto, requer-se: A apuração de eventual desvio de função do servidor mencionado; A verificação da legalidade do pagamento de horas extras vinculadas às atividades desempenhadas; A análise da regularidade das diárias pagas no exercício de 2025; Caso constatadas irregularidades, a adoção das medidas administrativas e legais cabíveis. Solicita-se que a presente manifestação seja encaminhada ao setor competente para auditoria e fiscalização.
Localizado em Ouvidoria
Solicitação Pedido de transparência na assistência social
por Angelita Aparecida Medrado publicado 25/02/2026
Venho por meio deste manifestar preocupação em relação à criação e concessão de cargos e gratificações dentro da Secretaria Municipal de Assistência Social. Conforme informações divulgadas no município, a servidora Gabriela Galvão Haider de Almeida estaria exercendo a função de responsável pelo Fundo Municipal de Assistência Social, com acréscimo aproximado de 60% em sua remuneração, e a servidora Andreia Medrado Darici estaria nomeada como Chefe da Assistência Social, com aumento aproximado de 80%. Enquanto isso, a gestão afirma que a folha de pagamento está alta.. Para um município pequeno, causa estranheza a criação de cargos e a concessão de gratificações elevadas, passando a impressão de que estão sendo distribuídas funções para diversas pessoas, ao mesmo tempo em que se alega falta de recursos. Outro ponto que gera questionamento é que nas audiências públicas e divulgações oficiais muitas vezes são apresentadas apenas fotos de eventos, reuniões e ações, demonstrando uma gestão aparentemente ativa e cheia de atividades. No entanto, não se observa com a mesma clareza a comprovação detalhada dos gastos: quanto foi investido em cada ação, quais valores foram pagos, quais empresas foram contratadas e qual foi o impacto real desses recursos na vida da população atendida. É importante lembrar que a administração pública deve obedecer ao art. 37 da Constituição Federal, que estabelece os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência. A Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000) impõe limites às despesas com pessoal, e a Lei nº 8.742/1993 (LOAS) determina que os recursos do Fundo Municipal de Assistência Social sejam destinados prioritariamente às políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade. Além disso, a Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) garante à população o direito à transparência quanto à aplicação dos recursos públicos. Diante disso, solicita-se que seja verificado se há lei municipal autorizando tais cargos e gratificações, a real necessidade de criação desses cargos, qual o impacto financeiro dessas nomeações na folha de pagamento e que sejam apresentados relatórios claros, com comprovação detalhada de quanto foi gasto em cada ação da Assistência Social, garantindo que os recursos públicos estejam sendo aplicados corretamente e efetivamente chegando à população que mais precisa. A transparência não deve se limitar a fotos e divulgações institucionais, mas incluir a prestação de contas detalhada dos valores arrecadados e gastos, como determina a legislação.
Localizado em Ouvidoria
Solicitação Transporte público
por Angelita Aparecida Medrado última modificação 05/02/2026 14h33
Tiraram a linha que levava a noite pra estudar em faxinal e abriram uma linha pra lidianopolis mais longe infelizmente não são todos os alunos que vão pra lá e agora vão perder o ano por conta disso e pior vai ficar porisso mesmo favorecer os preferidos Se for pra tirar de um que não vai ninguém
Localizado em Ouvidoria
Solicitação I Solicitação de Apuração de Possíveis Irregularidades na Administração Municipal
por Angelita Aparecida Medrado publicado 03/02/2026 última modificação 03/02/2026 16h23
Há indícios de irregularidade na situação funcional da servidora Andréia Medrado Darice, que estaria recebendo 100% de horas extras, apesar de ser de conhecimento geral que raramente comparece à Prefeitura e não exerce, de fato, nenhuma função laboral. Ressalta-se que, enquanto a referida servidora recebe valores adicionais sem a correspondente prestação de serviço, outros servidores que ocupam o mesmo cargo encontram-se sobrecarregados, assumindo demandas que deveriam ser divididas de forma equânime. Além disso, causa estranheza a criação de um cargo aparentemente incompatível com o porte do município, apenas para viabilizar que a servidora receba aproximadamente 80% a mais em sua remuneração, o que levanta questionamentos quanto à legalidade, moralidade e economicidade do ato administrativo. Tal situação evidencia, mais uma vez, uma gestão marcada por privilégios, em detrimento dos servidores que efetivamente desempenham suas funções com responsabilidade e compromisso, configurando um cenário de injustiça administrativa e possível afronta aos princípios da administração pública. Diante do exposto, espera-se que a Câmara Municipal adote as providências cabíveis, apurando os fatos com seriedade e transparência. Inclusive, há dúvidas quanto ao próprio conhecimento da servidora acerca do cargo para o qual foi nomeada, o que reforça a necessidade de fiscalização imediata.
Localizado em Ouvidoria
Solicitação Fraude licitatoria
por Angelita Aparecida Medrado publicado 20/02/2026
CIA DE RODEIO RANCHO BRASIL CNPJ: 13.368.455/0001-06 AO TCE-PR TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PARANÁ Ref.: Denúncia de possíveis irregularidades e fraude em processo licitatório – Pregão Eletrônico nº 032/2025 – Prefeitura Municipal de Cruzmaltina/PR Denunciante: CLAUDIO DA SILVA EVENTOS / CIA RODEIO RANCHO BRASIL CNPJ: 13.368.455/0001-06 Endereço: Av. Valério Osmar Estevão, nº 51 – Centro – Ângulo/PR – CEP 86755-000 E-mail: rancho.brasil@hotmail.com Telefone: (44) 9861-8632 I – DOS FATOS A empresa denunciante participou do Pregão Eletrônico nº 032/2025, promovido pela Prefeitura Municipal de Cruzmaltina/PR, cujo objeto é a contratação de empresa para organização e realização do Rodeio de Cruzmaltina 2025. Durante o desenvolvimento do certame, constatou-se uma série de irregularidades graves e condutas incompatíveis com os princípios da Administração Pública, configurando, em tese, fraude licitatória e direcionamento. O certame ainda não se encontra concluído, estando atualmente na fase de apresentação de contrarrazões, conforme consta do sistema eletrônico. Entretanto, a empresa supostamente habilitada e apontada como vencedora já se encontra transportando materiais e realizando a montagem de estruturas no local do evento, antes mesmo da homologação e adjudicação do objeto, em clara afronta ao devido processo licitatório e à Lei nº 14.133/2021. Tal fato constitui agravo principal da presente denúncia, uma vez que demonstra que o resultado do certame já estaria previamente definido, configurando violação dos princípios da isonomia, moralidade, impessoalidade e legalidade. II – DAS IRREGULARIDADES APURADAS NO CERTAME Com base em registros documentais e na linha do tempo do sistema da licitação, destacam-se os seguintes pontos: 1. Fracasso na fase de inversão, com repetidas aberturas e retroações das etapas de habilitação e lances, contrariando o art. 17 da Lei nº 14.133/2021; 2. Mensagem pública do pregoeiro no chat do sistema afirmando que as empresas que continuassem ofertando lances seriam desclassificadas — contudo, a empresa atualmente habilitada foi justamente uma das que manteve lances após o aviso, sem sofrer penalidade; 3. Reabertura da fase de habilitação por três vezes, sem justificativa formal, com tentativas sucessivas de correção de erro fático; 4. Condução confusa e contraditória, ferindo os princípios da vinculação ao edital e da transparência (art. 5º, incisos IV e XI, da Lei 14.133/2021); 5. Informações de terceiros relatando proximidade pessoal entre o pregoeiro e representantes da empresa classificada, fato que, se confirmado, configura conflito de interesse e direcionamento; 6. E, mais grave, a empresa vencedora já está executando o objeto da licitação – montando estruturas e transportando equipamentos – sem que o certame tenha sido encerrado ou homologado, o que viola frontalmente o art. 8º, inciso III, e art. 71 da Lei nº 14.133/2021. III – DO ENQUADRAMENTO JURÍDICO As condutas relatadas, em tese, configuram fraude à licitação e afrontam o ordenamento jurídico pátrio, especialmente: • Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos): • Art. 5º, IV, IX e XII – Princípios da isonomia, da legalidade e da moralidade administrativa; • Art. 8º, III – Vedação à execução contratual antes da homologação; • Art. 147 – Anulação obrigatória do certame em caso de vício insanável. • Código Penal – Art. 337-F (Fraude em Licitação): “Admitir, possibilitar ou dar causa à contratação direta fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade.” • Constituição Federal, art. 37, caput: “A administração pública direta e indireta obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.” IV – DO AGRAVO PRINCIPAL Mesmo diante de recursos pendentes e contrarrazões ainda em andamento, a empresa habilitada iniciou a montagem da estrutura do evento, utilizando-se de veículos e materiais compatíveis com o objeto da licitação, no próprio local onde será realizado o rodeio. Esse ato evidencia que a decisão final do certame já estaria previamente direcionada, caracterizando execução antecipada e ilegal de contrato administrativo inexistente, o que causa grave dano ao erário e fere a moralidade pública. V – DO PEDIDO Diante do exposto, requer-se a este Ministério Público Estadual 1. A instauração de procedimento investigativo (Inquérito Civil ou Notícia de Fato) para apurar os indícios de fraude e direcionamento no Pregão Eletrônico nº 032/2025; 2. A requisição imediata de informações à Prefeitura Municipal de Cruzmaltina sobre o andamento do certame e eventual execução antecipada; 3. A suspensão cautelar do procedimento licitatório e de quaisquer atos de execução até a conclusão da apuração; 4. A comunicação ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) e à Controladoria-Geral da União (CGU), para acompanhamento conjunto das investigações; 5. A responsabilização administrativa, civil e penal dos agentes públicos e particulares envolvidos, caso confirmadas as irregularidades. VI – DOS TERMOS FINAIS A presente denúncia é formulada de boa-fé, em observância ao dever de zelar pela correta aplicação dos recursos públicos e pela moralidade administrativa, buscando apenas que o processo licitatório ocorra de forma justa, transparente e dentro dos limites da lei. Além disso, não é a primeira vez que fatos semelhantes de favorecimento administrativo ocorrem no âmbito da Prefeitura de Cruzmaltina. Conforme informações públicas, existem processos judiciais em curso contra o atual gestor municipal, a saber: • Ação Civil Pública nº 0000512-78.2021.8.16.0081, em que o réu foi condenado em primeiro grau, havendo recurso de apelação em trâmite no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR); • Ação Penal nº 0063891-76.2020.8.16.0000, atualmente em fase de alegações finais, com pedido do Ministério Público do Paraná de condenação em regime fechado. Tais antecedentes reforçam a necessidade de uma apuração rigorosa sobre os fatos ora narrados, diante de fortes indícios de favorecimento, direcionamento e fraude licitatória, tipificados no art. 337-F do Código Penal. Diante disso, requer-se a este Ministério Público que determine a imediata investigação dos fatos, a suspensão do certame e a responsabilização administrativa e penal dos envolvidos, garantindo a observância dos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade que regem a Administração Pública. QUALIDADE E SEGURANÇA TEM NOME
Localizado em Ouvidoria
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por Angelita Aparecida Medrado última modificação 27/10/2025 12h12
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por Angelita Aparecida Medrado última modificação 27/10/2025 12h12
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por Angelita Aparecida Medrado última modificação 27/10/2025 12h11
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por Angelita Aparecida Medrado última modificação 27/10/2025 12h08
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por Angelita Aparecida Medrado última modificação 27/10/2025 12h07